PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD

Az Isenções –  Imagem meramente ilustrativa

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD: preço, consumo, revisão, motor (detalhes)

A Mitsubishi Pajero 2020 é uma família com diversos modelos no Brasil e cada um deles atende um segmento diferente. No passado, a oferta já foi maior, mas agora está limitada a quatro opções, fora as versões para frotistas.

Com preços entre R$ 233.990 e R$ 271.990, a gama é oferecida apenas com motores diesel 2.4. 3.2 ou 3.8.

A família Pajero é como a “família Ultra” das famosas séries de tokusatsu (filmes de heróis japoneses com efeitos especiais). Ou seja, existem diversos membros atuando de formas diferentes, mas todos recebendo o mesmo nome.

Na Mitsubishi, o Pajero vai desde um utilitário 4×4 kei car até um SUV de chassi de longarinas ou monobloco, com ou sem suspensão por eixo rígido.

O Brasil chegou a ter três gerações diferentes do Pajero, todas de segmentos diferentes, desde o pequeno TR4 até o grande e caro Pajero Full, passando ainda por um modelo derivado da L200, mas em duas gerações distintas.

Ou seja, no total havia quatro, sem contar o Full 3D, que é menor que o irmão. Este é um modelo raro de se ver, mesmo em cidades como São Paulo, por isso ainda é estranho continuar no mercado.

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – História

Toda essa história começou em 1973, quando o primeiro Pajero foi mostrado no Salão de Tóquio. O Pajero II, ainda protótipo, aparece cinco anos depois. A Mitsubishi foi bem lenta na resposta aos Toyota Land Cruiser e Nissan Patrol.

Só em 1982, finalmente o modelo chegou ao mercado japonês. O projeto L040 foi bem-sucedido dentro e fora do país, sendo feito até 1991. Ficou conhecido também com os nomes de Montero (em países latinos) e Shogun (Europa).

Foi vendido também como Dodge Raider e Hyundai Galloper, este último também no Brasil.

O Mitsubishi Pajero L040 tinha duas opções de carroceria, sendo uma curta com duas portas e outra longa com quatro entradas. Teve seis motores, sendo três diesel e um V6 nas opções a gasolina.

Já a segunda geração, a V20 durou até 1999 e ficou bastante conhecida aqui no Brasil. Esta geração teve seis motores também, sendo dois a gasolina com quatro cilindros, outros dois V6 a gasolina e dois diesel. Este foi produzido em diversos países, entre eles Japão, China, Filipinas, Índia, Colômbia e Venezuela. Também manteve as opções de duas e quatro portas.

Mais sofisticada, a terceira geração durou até 2006 e foi feita somente no Japão, mas foi vendida também aqui. Chamada V60, ela chegou a ter quatro opções de motores V6 e três diesel. Já a atual geração é a V80, que continua em linha sem perspectiva de um sucessor, mas isto deve acontecer até 2020, sendo provavelmente um híbrido plug-in.

Então, originalmente, o Mitsubishi Pajero Full 2018 é o verdadeiro membro fundador da família. Mas, em 1996, surgiu outro produto com o mesmo nome, o Pajero Sport ou Challenger. Derivado da picape L200, o modelo não tinha nada a ver com o V20 da época.

Essa geração PA de chassi de longarinas e eixo rígido atrás foi produzida no Brasil a partir de 2006, quando já tinha 10 anos de vida… Motores a gasolina V6 e diesel de quatro cilindros foram usados. Aqui, ele foi feito até 2010.

A terceira geração surgiu em 2008 e é a que está sendo vendida ainda no Brasil. Sua produção encerrou em 2016 no mercado mundial, mas aqui continua a ser feita em Catalão-GO. Chamada PB-PC, essa geração estreou o motor V6 3.5 Flex com seus 205 cv no etanol.

Atualmente é vendido aqui apenas nas versões Outdoor e HPE, ambas com motor diesel 3.2.

A quarta geração é chamada QE e atualmente é feita apenas na Tailândia e Filipinas. Este novo Mitsubishi Pajero Sport tem apenas dois motores diesel de quatro cilindros, sendo um 2.4 e outro 2.8.

A grande novidade nesse caso é o câmbio automático de oito marchas da Aisin. Por ora, fica a expectativa para sua chegada ao Brasil em substituição ao modelo atual.

Dois anos depois do Pajero Sport, a Mitsubishi lançava no Japão o Pajero iO ou Pinin. Trata-se de um SUV compacto com chassi de longarinas e suspensão de eixo rígido. Em alguns mercados, o modelo ficou conhecido como TR4 e da mesma forma que o Pajero Sport, foi produzido no Brasil.

Ele teve produção regular de 2002 a 2015, recebeu um grande facelift no Brasil, único país que o fazia após 2007.

Mas tem mais gente nessa numerosa família Pajero, o Mini. Lançado em 1994, o modelo foi um kei car quase exclusivo do Japão, sendo feito apenas nesse país. O modelo tinha tração 4×4 também, mas seus motores eram todos de três cilindros com até 660 cm3.

Nunca passou de 3,29 m de comprimento e foi um rival dos Suzuki Samurai e Jimny.

O Mitsubishi Pajero Full enfrentou um recall dos ano/modelo 2010 a 2012,que podem apresentar um problema no insuflador da bolsa de airbag do passageiro.

Os “airbags mortais” da fabricante japonesa Takata, que inclusive já provocou 19 mortes no exterior, estão presentes no modelo e precisam ser trocados.

A Mitsubishi detectou a possibilidade de deflagração inadequada do insuflador da bolsa de airbag do passageiro, podendo ocorrer a ruptura da carcaça do insuflador da bolsa do airbag, com a projeção de fragmentos metálicos contra o passageiro e os demais ocupantes do veículo, gerando danos graves e/ou fatais ao passageiro e aos demais ocupantes do veículo.

Por conta disso, a Mitsubishi vai realizar a substituição do insuflador da bolsa de airbag do passageiro dos Pajero Full envolvidos.

Os chassis envolvidos foram produzidos entre janeiro de 2010 e dezembro de 2012 e têm chassis com finais (ordem não sequencial) de AJA00123 até DJA01120.

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Detalhes e Novidades

Depois de tirar de linha a Pajero mais vendida, que por último tinha o sobrenome Dakar, a Mitsubishi lançou a nova Pajero Sport, que hoje aparece como o modelo mais caro da família.

O visual é excêntrico e chama a atenção por onde passa. A dianteira conta com faróis bi-LED e nova grade, passando um ar imponente e mais parrudo. Mas o ponto principal (seja ele positivo ou negativo) está na traseira, onde as lanternas começam no alto e descem quase até o para-choque.

Como os clientes da marca não vão comprar o Pajero Sport apenas para fazer trilhas (a maioria não vai fazer isso), a marca pensou bastante no conforto, tecnologia e segurança dos ocupantes. O espaço ficou muito melhor, com três fileiras de bancos. A sensação de espaço é ainda maior pelo teto solar panorâmico que se estende por todo o comprimento do SUV.

Mas isso não significa que o Pajero Sport 2020 não seja um bom aventureiro na terra. Seu motor é um 2.4 de 190 cv e bons 43,9 kgfm de torque. Além disso, ele tem bons ângulos de entrada (30º) e saída (24,2º), além de capacidade de imersão de 700 milímetros.

Novidades anteriores

O Mitsubishi Pajero HPE é um SUV com quase 10 anos de mercado internacional e já foi substituído pelo Pajero Sport. O visual ainda é inspirado na geração anterior da picape L200 Triton, que já foi substituída no Brasil pela mais recente. A grade dianteira tem frisos cromados e os faróis são duplos.

Há também LEDs diurnos junto aos faróis de neblina e retrovisores cromados.

Na traseira, as lanternas são compactas e divididas pela tampa do bagageiro. Há barras longitudinais no teto, teto solar elétrico, rodas de liga leve aro 17 polegadas e suspensão elevada.

Por dentro, o Mitsubishi Pajero HPE apresenta cluster analógico de boa visualização, bem como volante multifuncional em couro, tela de multimídia com tela sensível ao toque, ar-condicionado manual, câmera de ré, bancos em couro, acabamento em dois tons, entre outros.

Com 4,69 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,84 m de altura e 2,80 m de entre-eixos, o Mitsubishi Pajero HPE é um utilitário esportivo com bons ângulos de entrada e saída, bem como grande vão livre do solo.

O bagageiro é bem espaçoso e pode ser ampliado com o rebatimento do banco traseiro bipartido.

Já o Mitsubishi Pajero Outdoor é uma versão mais dedicada ao off-road. A grade é estilizada com acabamento cinza escuro, bem como os faróis apresentam máscara negra e o para-choque, protetores adicionais.

Saias de rodas, estribos, maçanetas e retrovisores são pintados de cinza escuro. O interior apresenta o mesmo ambiente e padronagem da versão HPE.

O Mitsubishi Pajero Full é o SUV original e é marcado por faróis quadrados, além de uma enorme grade cheia de cromados e elementos centrais escurecidos.

O para-choque conta com faróis de neblina e luzes diurnas de LED, tendo um formato mais limpo com detalhes cromados.

Rodas de liga-leve de 20 polegadas do modelo, embelezam o visual, que ainda conta com vincos e detalhes marcantes, ampla área envidraçada e ressalto na parte inferior das portas. Lanternas com lente translúcida e tampa do porta-malas com estepe fixo, marcam a traseira, que ainda tem capa na cor preta para o estepe.

Por dentro, o Mitsubishi Pajero Full ostenta um ar mais sóbrio com formas mais simples. Alguns elementos são marcantes, entre eles o sistema de tração acionado por uma alavanca no console central.

Os rivais já apresentam botões, mas isso é fruto de uma década de projeto do modelo.

O Pajero Full tem 4.900 mm de comprimento, 1.875 mm de largura e 1.870 mm de altura (1.900 mm com rack de teto), e entre-eixos de 2.780 mm. O peso é de 2.060 kg e 2.240 kg, respectivamente.

Já o Mitsubishi Pajero Full 3D mede 4.385 mm de comprimento, 1.875 mm de largura e 1.850 mm de altura (1.880 mm com rack de teto), com distância entre-eixos de 2.545 mm. Essa duas configurações existem no modelo desde seu surgimento em 1982.

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Versões

  • Mitsubishi Pajero Sport Diesel 2.4
  • Mitsubishi Pajero Full 3.8 (gasolina)
  • Mitsubishi Pajero Full 3.2 (diesel)
  • Mitsubishi Pajero Full 3D 3.2

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Equipamentos

Mitsubishi Pajero Sport – Motor diesel 2.4 e câmbio automático de oito marchas, mais ar-condicionado digital automático Dual-Zone com saída para segunda e terceira fileiras de bancos, volante multifuncional, retrovisor interno eletrocrômico, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, volante com ajuste de altura e profundidade, volante revestido em couro, rodas de liga de 18″, entre outros.

Mitsubishi Pajero Full/Full 3D – Airbags frontais, laterais e de cortina, luzes de condução diurna em LED, freios ABS com EBD e BAS, controle de estabilidade, assistente de frenagem, imobilizador, sistema keyless para travamento das portas, aerofólio traseiro, bancos dianteiros com aquecimento e ajuste elétrico, faróis de neblina, rack de teto, retrovisores elétricos retráteis com luzes indicadores de direção e desembaçadores, teto solar elétrico, faróis baixos de xênon, controle de tração, ponteira de escape cromada, multimídia com CD/DVD/Bluetooth/TV digital/USB/GPS e luzes de neblina traseiras.

Mitsubishi Pajero 2020 – Preços

  • Mitsubishi Pajero Sport Diesel 2.4 – R$ 271.990
  • Mitsubishi Pajero Full 3.8 (gasolina) – R$ 243.990
  • Mitsubishi Pajero Full 3.2 (diesel) – R$ 262.990
  • Mitsubishi Pajero Full 3D 3.2 – R$ 233.990

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Motor

O Mitsubishi Pajero Full 2020 dispõe de duas opções, sendo uma a gasolina com o motor V6 de 3.8 litros de 250 cv, a 6.000 rpm, e 33,6 kgfm de torque, a 2.750 rpm.

O propulsor tem o sistema MIVEC, que faz a gestão dos tempos de abertura e fechamento das válvulas de admissão para otimizar a performance em diferentes regimes de rotação, obtendo mais torque e economia de combustível em baixas rotações, além de gerar maior potência e desempenho nas altas.

No caso do motor diesel 3.2 litros DI-D com injeção direta Common Rail, este rende tem duas configurações.

No modelo Pajero Sport o motor usado é um 2.4 diesel de 190 cv e 43,9 kgfm de torque, associado a uma transmissão automática de 8 velocidades.

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final

  • Mitsubishi Pajero Sport 2.4 – 10,5 segundos e 180 km/h
  • Mitsubishi Pajero Full 3.8 – 10,8 segundos e 200 km/h
  • Mitsubishi Pajero Full 3.2 – 10,6 segundos e 185 km/h
  • Mitsubishi Pajero Full 3D 3.2 – 10,6 segundos e 185 km/h

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Consumo

Cidade

  • Mitsubishi Pajero Sport – 9,8 km/l no diesel
  • Mitsubishi Pajero Full 3.8 – 5,3 km/litro na gasolina
  • Mitsubishi Pajero Full 3.2 – 8,5 km/litro no diesel
  • Mitsubishi Pajero Full 3D 3.2 – 8,5 km/litro no diesel

Estrada

  • Mitsubishi Pajero Sport – 11 km/l no diesel
  • Mitsubishi Pajero Full 3.8 – 6,7 km/litro na gasolina
  • Mitsubishi Pajero Full 3.2 – 10,5 km/litro no diesel
  • Mitsubishi Pajero Full 3D 3.2 – 10,5 km/litro no diesel

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Manutenção e Revisão

 

Revisão

Custo

Custo

Custo

QuilometragemPreços Pajero Sport 2.4Preços Pajero Full 3.2 / Full 3D 3.2Preços 3.8 Pajero Full / Full 3D
10.000 kmR$ 1.208R$ 996R$ 754
20.000 kmR$ 1.208R$ 996R$ 754
30.000 kmR$ 1.208R$ 996R$ 754
40.000 kmR$ 1.449R$ 2.108R$ 1.516
50.000 kmR$ 1.274R$ 996R$ 754
60.000 kmR$ 1.208R$ 996R$ 754

 

PAJERO 4X4 DIESEL 2020 para PCD – Ficha Técnica

Motor

Pajero Sport

Pajero Full 3.2

Pajero Full 3.8

Pajero Full 3D 3.2

Pajero Full 3D 3.8

TipoDianteiro longitudinal, Turbo DieselDianteiro longitudinal, Turbo DieselDianteiro longitudinal, GasolinaDianteiro longitudinal, Turbo DieselDianteiro longitudinal, Gasolina
Número de cilindros4 em linha4 em linha6 em V4 em linha6 em V
Cilindrada em cm324423200382832003828
Válvulas1616241624
Taxa de compressão15,5:116:19,8:116:19,8:1
Injeção eletrônica de combustívelDiretaDiretaMultipontoDiretaMultiponto
Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)Diesel: 190 cv @ 3500 rpmDiesel: 200 cv @ 3800 rpmGasolina: 250 cv @ 6000 rpmDiesel: 200 cv @ 3800 rpmGasolina: 250 cv @ 6000 rpm
Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484) Diesel: 43,9 kgfm @ 2500 rpmDiesel: 44,7 kgfm @ 2000 rpmGasolina: 33,6 kgfm @ 2750 rpmDiesel: 44,7 kgfm @ 2000 rpmGasolina: 33,6 kgfm @ 2750 rpm

Transmissão

TipoAutomática 8 marchasAutomática 5 marchasAutomática 5 marchasAutomática 5 marchasAutomática 5 marchas

Tração

Tipo4×4 com reduzida4×4 com reduzida4×4 com reduzida4×4 com reduzida4×4 com reduzida

Freios

TipoDisco ventilado / Disco ventiladoDisco ventilado / Disco ventiladoDisco ventilado / Disco ventiladoDisco ventilado / Disco ventiladoDisco ventilado / Disco ventilado

Direção

TipoHidráulicaHidráulicaHidráulicaHidráulicaHidráulica

Suspensão

DianteiraBraços sobrepostos, independente com barra estabilizadoraBraços sobrepostos, independente com barra estabilizadoraBraços sobrepostos, independente com barra estabilizadoraBraços sobrepostos, independente com barra estabilizadoraBraços sobrepostos, independente com barra estabilizadora
TraseiraEixo rígidoMultilinkMultilinkMultilinkMultilink

Rodas e Pneus

RodasLiga Leve aro 18 polegadasLiga Leve aro 20 polegadasLiga Leve aro 20 polegadasLiga Leve aro 20 polegadasLiga Leve aro 20 polegadas
Pneus265/60 R18265/50 R20265/50 R20265/50 R20265/50 R20

Dimensões

Comprimento total (mm)47854900490043854385
Largura sem retrovisores (mm)18151875187518751875
Altura (mm)18051900190019001900
Distância entre os eixos (mm)28002780278025452545

Capacidades

Porta-malas (litros)502 (5 lugares) e 120 (7 lugares)NDNDNDND
Tanque (litros)6888888585
Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)615625575500565
Peso em ordem de marcha (kg)20952240224020602060
Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)NDNDNDNDND

Fonte: Noticias Automotivas

 

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ASX 4X2 OUTDOOR para PCD

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD

Az Isenções –  Imagem meramente ilustrativa

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD: preços, versões, consumo, detalhes (e motor)

O Mitsubishi ASX, que atualmente figura como a opção mais em conta na linha de crossovers e SUVs da marca japonesa no Brasil, é um dos representantes no disputado segmento de SUVs.

Embora tenha um bom tempo no mercado brasileiro, o Mitsubishi ASX 2020 ainda pode ser considerado uma boa opção levando em conta sua ampla gama de equipamentos de série.

Porém, ele tem a difícil missão de competir com outros carros que são referências do segmento, como o líder Jeep Compass e o veterano Hyundai ix35.

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – História

Apesar de não parecer, o Mitsubishi ASX já tem certa idade.

Não na geração atual, mas no curso de sua história. Ele nasceu como RVR – nome que ostenta até hoje no Japão. Nascido como uma minivan, o modelo da marca japonesa ficou conhecido fora do mercado nipônico como Mitsubishi Space Runner .

Ele também foi vendido como Mitsubishi Expo LRV, Dodge Colt Wagon, Eagle Summit Wagon e Plymouth Colt Vista Wagon.

Medindo entre 4,29 m e 4,48 m, a primeira geração do ASX durou até 1999, sendo feita exclusivamente no Japão. Era equipada apenas com motores 4G63 1.8 ou 2.0 litros. Dois anos antes de sair de cena, surgiu o sucessor no Japão.

Com desenho mais fluído, a segunda geração do RVR/ASX manteve o tamanho e os motores. Ganhou um dos primeiros motores com injeção direta de combustível, o 2.4 GDI.

Por conta da legislação japonesa, o Mitsubishi Space Runner da segunda geração teve duas larguras, sendo 1,69 m no JDM e 1,78 m no mercado internacional. No entanto, sua produção foi encerrada em 2002.

A montadora japonesa esperaria pelo menos oito anos até reviver o RVR, que internacionalmente ficou conhecido como ASX ou Outlander Sport (América do Norte e Indonésia).

Este apareceu em 2010, mas não mais como uma minivan e sim como crossover compacto.

Com 4,29 m de comprimento (antes do facelift), 1,77 m de largura, 1,62 m e altura e 2,67 m de entre-eixos, o Mitsubishi ASX rapidamente se espalhou pelo mundo, tendo sua produção no Japão, Brasil, China, Malásia, Indonésia e EUA. Aqui no Brasil é feito pelo grupo HPE, ex-MMC.

Desenvolvido sobre a plataforma GS da Mitsubishi, o ASX ganhou diversos motores, sendo um 1.6 a gasolina e outro a diesel, mas este é de origem Peugeot. Com o mesmo combustível há também o DI-D 1.8 ou 2.2.

O motor MIVEC 1.8 e 2.0 são os mais usados, assim como o 2.4. As opções de câmbio podem ser manual de cinco ou seis marchas, mas há câmbio automático de seis marchas ou CVT, este último oferecido no país. A próxima geração do crossover deve ter propulsão híbrida plug-in ou elétrica.

Recentemente, o Mitsubishi ASX recebeu um facelift que deixou a frente com um “X” cromado característico. As alterações deixaram o crossover mais atual e devem prolongar sua vida comercial até por volta de 2020, quando uma nova geração chegará.

O modelo foi vendido na Europa como Peugeot 4008, bem como Citroën C4 Aircross.

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Detalhes

Nos itens de série, a versão mais em conta do Mitsubishi ASX 2020 oferece airbags frontais, freios ABS com EBD, isofix, rodas aro 18, direção elétrica, trio elétrico, ar-condicionado automático, volante e alavanca de câmbio em couro, piloto automático, sistema multimídia com tela de 7 polegadas, DVD player, GPS, Bluetooth e câmera de ré, entre outros.

O modelo intermediário oferece ainda airbags laterais, de cortina e de joelhos para o motorista, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, retrovisores externos com luz indicadora de direção e desembaçador, sensores de luz e chuva, interior na cor bege, bancos em couro, assento do motorista com ajustes elétricos, bancos dianteiros com aquecimento, sistema multimídia com tela de 9,7 polegadas, Android Auto e Apple CarPlay, entre outros. A versão topo de linha agrega teto solar panorâmico e faróis xênon.

Outra versão da linha era a Outdoor, que ostentava um visual mais agressivo e é baseada na versão de entrada, mas com equipamentos como controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, detalhes visuais na cor grafite e rodas de 17 polegadas.

No entanto, ela saiu de linha, restando apenas as outras três.

No futuro, o Mitsubishi ASX deve se converter em crossover 100% elétrico, contando com um visual mais arrojado e esportivo, bem próximo dos conceitos que são apresentados anualmente pela Mitsubishi.

A autonomia é outra questão importante, devendo ficar entre 300 km e 500 km.

A aposta em híbridos plug-in deve por parte da marca deve ser reduzida com o possível fim de linha dos incentivos nos EUA. Assim, se torna mais viável investir direto nas baterias apenas.

Com motores elétricos, o Mitsubishi ASX do futuro terá tração nas quatro rodas sem necessitar de grande aparato, tendo apenas dois motores – um em cada eixo – para assim manter as rodas com força.

Além da propulsão elétrica, a Mitsubishi deve aplicar ao ASX do futuro um sistema de condução autônoma de nível 4, onde o motorista vira passageiro. A tecnologia deverá ser compartilhada da Nissan com o ProPilot, permitindo assim que haja uma redução nos custos de software e hardware.

Já a produção nacional, como ocorre agora, provavelmente não ocorrerá por conta dos custos elevados, embora sob a gestão da Nissan, provavelmente a produção venha a ocorrer na planta da controladora nipônica.

Por ora, o mais próximo que o ASX pode chegar é ganhando uma propulsão com motor 1.5 Turbo de 163 cv e 25,5 kgfm, além da manutenção do CVT e da tração nas quatro rodas. Provavelmente uma nova geração intermediária, com o aproveitamento da base atual, venha a surgir antes da chegada do modelo eletrificado, que sem dúvida será o suprassumo do desenvolvimento de produto da japonesa.

Além dele, o futuro deve reservar células mais potentes em densidade, alcançando uma nova meta da indústria, que é de 800 km de alcance. Apenas tecnologias como lítio-ar ou estado sólido, poderão fazer com que as células durem o suficiente energizadas para prover uma autonomia superior à verificada nos carros atuais.

Espera-se que o Mitsubishi ASX faça parte dessa nova gama de produtos de alta tecnologia, que manterão os consumidores conectados em tempo real e garantirá não só a segurança final durante a condução autônoma, mas também a possibilidade de compartilhamento.

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Novidades

O Mitsubishi ASX recebeu sua quarta reestilização em 2019, conforme exibida no Salão de Genebra. Mas o modelo novamente mudou apenas seu visual, tendo a mesma plataforma das outras três atualizações.

O visual agora é inspirado no Eclipse Cross, com novas grades, faróis e para-choque. Atrás, apenas o para-choque mudou, ganhando uma nova luz de neblina. Por dentro, o grande destaque é a generosa tela da central multimídia, com 8 polegadas e sensível ao toque.

Por enquanto o modelo está disponível apenas na Europa, com chegada ao Brasil já confirmada para 2020 (mas sem definição do mês). Como o modelo europeu continua com a mesma motorização, é provável que por aqui nada mude e o ASX 2020 (ou 2021) continue com o propulsor flex de até 170 cv.

No ano passado, porém, o modelo recebeu mudanças mais interessantes em sua linha 2019. Mantidas para a linha 2020, elas incluem um visual retocado, que segue praticamente a mesma linha de design dos outros carros recém-lançados pela fabricante japonesa no mercado brasileiro.

As principais novidades se concentraram no conjunto frontal da carroceria. O carro agora dispõe de uma nova dianteira batizada de “Dynamic Shield”, marcada pela nova grade que forma conjunto com um detalhe cromado na grade do radiador, além do para-choque com acabamento central em prata ou preto, dependendo da cor da carroceria.

O Mitsubishi ASX passou a dispor também de luzes de condução diurna (DRL) em LED integradas ao para-choque. A lista inclui ainda novas rodas de liga-leve de 18 polegadas com acabamento diamantado, calçadas com pneus “verdes” ecológicos de baixa resistência ao rolamento de medida 225/55 R18.

Há também molduras em plástico preto nas caixas de roda, antena Shark do tipo barbatana de tubarão, novo detalhe de acabamento cromado na tampa do porta-malas e um novo para-choque traseiro com lentes refletoras integradas.

O interior do carro segue sem mudanças significativas. Um dos destaques do modelo é a central multimídia com tela sensível ao toque de 6,75 polegadas, pareamento com smartphone via Android Auto ou Apple CarPlay, comandos de voz, rádio AM/FM, MP3 player, conexo USB e conexão Bluetooth com áudio streaming. Tal recurso é um item de série desde a versão de entrada.

A configuração mais em conta do Mitsubishi ASX 2020 já sai de fábrica também com controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, ar-condicionado automático, sensor de estacionamento traseiro, direção elétrica, paddle shifts para troca manual de marchas sem tirar a mão da direção, entre outros.

O modelo mais caro já oferta itens como airbags laterais, de cortina e para os joelhos do motorista, chave presencial, partida por botão, sensores de luz e chuva, teto solar panorâmico elétrico e faróis xênon com regulagem automática de altura e lavador automático.

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Versões

Confira as versões disponíveis na linha do Mitsubishi ASX 2020:

  • Mitsubishi ASX GLS 2WD 2020
  • Mitsubishi ASX HPE 2WD 2020
  • Mitsubishi ASX HPE AWD 2020
  • Mitsubishi ASX HPE-S AWD 2020

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Equipamentos

Confira abaixo os equipamentos de série das três versões do ASX 2020:

Mitsubishi ASX GLS 2WD 2020: equipado de série com grade frontal cromada, aerofólio traseiro com brake light, retrovisores externos elétricos, luzes diurnas de LED, antena tipo barbatana de tubarão, ponteira de escapamento cromada, luzes indicadoras de direção no para-lamas, airbag duplo frontal, alarme, controle de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampas, freio a disco nas quatro rodas com ABS, EBD e BAS, Isofix, rack de teto, sensor de estacionamento traseiro, rodas de liga-leve de 18 polegadas, ar-condicionado automático e acabamento interno na cor preta.

Há também bancos revestidos em tecido, banco traseiro com descansa braço central, volante com comandos de áudio e do piloto automático e ajuste de altura e profundidade, console central com descansa braço, direção elétrica, manopla de câmbio revestida em couro, painel de instrumentos com computador de bordo, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, piloto automático, volante revestido em couro, paddle shifts na coluna de direção, central multimídia com tela sensível ao toque de 6,75 polegadas, Apple CarPlay, Android Auto, Bluetooth e quatro alto-falantes, entre outros.

Mitsubishi ASX HPE 2WD 2020: acrescenta bancos em couro, novo volante Black Piano, comando de voz e controle de telefone no volante, pneus ecológicos, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, botão start/stop, câmera de ré, full airbags, entre outros.

Mitsubishi ASX HPE AWD 2020: recebe airbags laterais, de cortina e para os joelhos do motorista, retrovisores externos retráteis com rebatimento elétrico, luz indicadora de direção e desembaçador, moldura cromada nas janelas laterais, molduras das caixas de roda em plástico preto “Over Fender”, sensor crepuscular, sensor de chuva para acionamento automático do limpador de para-brisa, opção de acabamento interno na cor bege, bancos revestidos em couro, comandos de voz e controle do telefone no volante, painel de instrumentos com tela de alta definição, destravamento das portas sem chave e partida do motor por botão.

Mitsubishi ASX HPE-S AWD 2020: o modelo topo de linha recebe ainda teto solar panorâmico com acionamento elétrico, faróis de xênon com regulagem automática da altura do facho e lavador automático dos faróis.

Mitsubishi ASX 2020 PCD – Preços

Confira os preços do Mitsubishi ASX 2020 (com os preços PcD):

  • Mitsubishi ASX GLS 2WD 2020 – R$ 106.990 (R$ 97.671)
  • Mitsubishi ASX HPE 2WD 2020 – R$ 119.990 (R$ 109.539)
  • Mitsubishi ASX HPE AWD 2020 – R$ 124.990 (R$ 114.103)
  • Mitsubishi ASX HPE-S AWD 2020 – R$ 132.990 (R$ 121.407)

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Motor

O motor do novo ASX 2020 é um 2.0 litros flex de quatro cilindros, que rende 170 cv no etanol e 160 cv na gasolina, a 6.000 rpm, e torque de 22 e 23 kgfm, respectivamente, a 4.250 rpm.

Esta unidade está associada ao câmbio automático INVECS-III CVT com seis marchas simuladas no modo Sport e tração dianteira ou nas quatro rodas.

Esse propulsor foi desenvolvido em parceria com Chrysler e Hyundai, que formaram a Global Engine Manufacturing Alliance (GEMA) em 2002. Dessa união, surgiu a linha 4B1 da Mitsubishi, o Tigershark da Chrysler (hoje FCA) e Theta da Hyundai.

Todos, de alguma forma, equiparam ou ainda motorizam carros feitos no Brasil.

Feito totalmente em alumínio, o 4B10 foi o primeiro da família, tendo 1.8 litro e equipado o RVR de 2010, assim como anteriormente Lancer e o Proton Inspira. Entregava até 143 cv e 17,5 kgfm. A outra versão é o 4B11, um 2.0 litros com até 160 cv na gasolina e 170 cv no etanol, no caso brasileiro.

Além do ASX, equipa o Outlander, bem como Inspira e Lancer. É um motor bem confiável e durável, chegando a usar velas de irídio, coletor de admissão em plástico, coletor de escape em alumínio, duplo comando de válvulas variável, corrente de comando, injeção eletrônica indireta, entre outros.

Esse motor 4B11 tem ainda outra aplicação, só que equipado com turbocompressor e injeção direta, tendo 2.0 litros e alcançando de 280 cv à 410 cv, sempre em versões normais ou especiais dos Lancer Ralliart e Evolution.

Já o 4B12 é um 2.4 litros que entrega 170 cv e 23,5 kgfm, sendo usado desde o Delica até o Lancer. A variante mais recente é a 4B40, um 1.5 litro com turbo e injeção direta, que entrega 163 cv e 25,5 kgfm.

Esse propulsor é exclusivo do Eclipse Cross, que é um crossover irmão do ASX. Provavelmente esse motor deverá equipar modelos da marca no Brasil por conta do Rota 2030.

O câmbio INVECS-III CVT possui gerenciamento eletrônico que permite se adaptar ao modo de dirigir do condutor, além de ter modo Sport e trocas manuais na alavanca ou nos paddle shifts.

O sistema de tração nas quatro rodas tem três modos: 2WD para o dia a dia com economia, 4WD para condução esportiva em pistas sinuosas e 4WD Lock, que permite maior segurança em pistas de baixa aderência.

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final

  • Mitsubishi ASX 2.0 CVT 2WD – 11,5 segundos e 190 km/h
  • Mitsubishi ASX 2.0 CVT 4WD – 11,9 segundos e 188 km/h

O Mitsubishi ASX 2020 apresenta uma boa performance. O crossover da marca japonesa vem com motor 2.0 Flex de até 170 cv e 23 kgfm. Com bom torque em baixas rotações, o propulsor da marca japonesa entrega boa disposição, movendo com desenvoltura o crossover de pouco mais de 1,4 tonelada.

Respondendo prontamente ao acelerador, o motor rapidamente sobe de giro, mas graças ao sistema INVECS-III, o CVT permite manter a linearidade no funcionamento do motor, que sempre estará em giro mais baixo, geralmente entre 1.500 e 2.000 rpm, elevando-se para 3.000 rpm ou até 4.000 rpm em ultrapassagens.

Graças ao comportamento mais neutro, o propulsor sobra um pouco mais, mas as saídas possuem certa lentidão por causa do CVT, que patina inicialmente. Afinal, são duas polias e duas cintas de aço que sofrem escorregamento na variação de relação, por isso existe essa perda momentânea de força.

De qualquer forma, sua principal característica é a economia e o conforto, sempre poupando motor e gasolina. Com ele, o Mitsubishi ASX 2020 consegue uma boa média de consumo, fazendo na cidade 6,9 km/litro no etanol e 9,8 km/litro na gasolina.

Na rodovia, o crossover faz 9,1 km/litro no etanol e 12,6 km/litro na gasolina. Isso tudo com tração 2WD.

Nessa configuração, o Mitsubishi ASX 2020 parece muito leve ao volante, que tem assistência elétrica. O crossover tem boas retomadas e é gradual na aceleração. Nas curvas, ele se mantém bem equilibrado, atuando bem também em mudanças rápidas de trajetória.

A dirigibilidade é muito boa. A suspensão tem uma calibragem voltada para o conforto, mas não depõe contra a estabilidade. Em pisos irregulares, o conjunto filtra bem as vibrações, gerando conforto ao ambiente interno. Os freios atuam de forma eficiente no SUV compacto.

Na versão 4WD, o Mitsubishi ASX 2020 tem um comportamento mais centrado.

O propulsor se esforça um pouco mais para arrastar o conjunto, que tem três opções de tração: 2WD para o dia a dia com economia, 4WD para condução esportiva em pistas sinuosas e 4WD Lock, que permite maior segurança em pistas de baixa aderência. No 2WD, o crossover parece mais desenvolto, mas é também mais econômico.

Para o dia a dia, o Mitsubishi ASX 2020 tem na tração 2WD seu melhor uso, não forçando assim o conjunto para empregar mais energia e gastar mais combustível. Nessa condição, o consumo é apenas um pouco maior.

Com o 4WD, o crossover japonês possui uma condução mais no chão, garantindo curvas mais bem feitas, sem saídas de traseira, mantendo-se bem neutro e garantindo excelente dirigibilidade.

Mesmo em pisos escorregadios, a gestão de tração permite ao Mitsubishi ASX 2020 saídas de curvas bem rápidas, assim como entrada um pouco mais forte. Nesse modo de tração, o consumo urbano é de 6,8 km/litro no etanol e 10,1 km/litro na gasolina.

Na estrada, o modelo faz 8,6 km/litro no etanol e 12,3 km/litro na gasolina.

Para estradas de terra com lama ou areia, o Mitsubishi ASX 2020 modula melhor a força em cada roda, permitindo sair-se melhor em atoleiros leves, bem como areia ou pedras. O foco do crossover é o asfalto, mas isso não o impede de sair bem no fora de estrada.

De modo geral, o crossover da marca japonesa é uma boa escolha para uso no dia a dia e também em viagens de fim de semana ou férias.

Com bom espaço interno, o Mitsubishi ASX 2020 tem posição de dirigir correta e comandos bem à mão. A ergonomia é também muito boa, assim como o espaço geral, especialmente para quem vai atrás.

O porta-malas tem 415 litros, bom para uma família de tamanho médio, típica usuária desse tipo de veículo.

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Consumo

Cidade

  • Mitsubishi ASX 2.0 CVT 2WD – 6,9 km/litro no etanol e 9,8 km/litro na gasolina
  • Mitsubishi ASX 2.0 CVT 4WD – 6,8 km/litro no etanol e 10,1 km/litro na gasolina

Estrada

  • Mitsubishi ASX 2.0 CVT 2WD – 9,1 km/litro no etanol e 12,6 km/litro na gasolina
  • Mitsubishi ASX 2.0 CVT 4WD – 8,6 km/litro no etanol e 12,3 km/litro na gasolina

 

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Manutenção e Revisão

Revisão

Custo

QuilometragemPreços 2.0
10.000 kmR$ 756
20.000 kmR$ 756
30.000 kmR$ 756
40.000 kmR$ 1.286
50.000 kmR$ 756
60.000 kmR$ 1.044

 

ASX 4X2 OUTDOOR para PCD – Ficha Técnica

 

Motor

2.0

TipoDianteiro transversal, Etanol e Gasolina
Número de cilindros4 em linha
Cilindrada em cm31998
Válvulas16
Taxa de compressão12:1
Injeção eletrônica de combustívelMultiponto
Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)Gasolina: 160 cv @ 6000 rpm / Etanol: 170 cv @ 6000 rpm
Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484) Gasolina: 22,0 kgfm @ 4250 rpm / Etanol: 23,0 kgfm @ 4250 rpm

Transmissão

TipoCVT 6 marchas

Tração

TipoDianteira / Integral

Freios

TipoDisco ventilado / Disco

Direção

TipoElétrica

Suspensão

DianteiraMcPherson, independente com barra estabilizadora
TraseiraMultilink

Rodas e Pneus

RodasLiga-leve de 18 polegadas
Pneus225/55 R18

Dimensões

Comprimento total (mm)4360
Largura sem retrovisores (mm)1770
Altura (mm)1635
Distância entre os eixos (mm)2670

Capacidades

Porta-malas (litros)415
Tanque (litros)60
Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)550 (4×2) / 490 (4×4)
Peso em ordem de marcha (kg)1420 (4×2) / 1480 (4×4)
Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)0,33

Fonte: Noticias Automotivas

 

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LANCER HL para PCD

LANCER HL para PCD

Az Isenções –  Imagem meramente ilustrativa

LANCER HL para PCD

LANCER HL para PCD: versões, preço, consumo (e equipamentos)

Depois de sumir do site da Mitsubishi e das lojas da marca, a expectativa era que o Lancer 2020 não chegasse ao mercado e saísse de linha. Mas não foi bem isso o que aconteceu.

Surpreendendo a muitos, a marca anunciou a chegada da nova linha no final de 2017. Mas quando dizemos “nova linha” não estamos nos referindo a um modelo renovado, muito pelo contrário.

O Lancer 2019 continuou o mesmo sedan que estamos acostumados a ver nas ruas desde seu lançamento por aqui, em 2012, e em 2020 a história vai se repetir. Lá fora, ele já existe (exatamente com essa cara) desde 2007. Ou seja, não é exagero dizer que já passou da hora de uma atualização profunda no visual e na mecânica do Lancer.

Tudo isso fez diminuir o interesse pelo Lancer. Comparando as vendas de 2012, quando ele chegou, até hoje isso fica bem claro.

Em seu ano de estreia, o Mitusibishi Lancer conseguiu emplacar 6.663 unidades, ficando com a 12ª posição entre os sedans mais vendidos.

Em 2013 esse número caiu para 5.740 unidades, e em 2014 para 4.463.

Isso foi se repetindo nos anos seguintes, até que em 2019 (de janeiro a novembro) o sedã vendeu apenas 1.337 unidades, ficando na 10ª posição entre os sedãs. Enquanto isso, o líder Corolla já colocou 51.507 unidades nas ruas.

LANCER HL para PCD – Detalhes

A linha do Lancer 2020 foi reduzida pela Mitsubishi, ficando com apenas duas versões, chamadas de HL e HL-T.

Anteriormente, o sedan era vendido nas versões GT, HLE e HL, e ainda tinha a opção de câmbio manual na opção mais barata.

O visual do Lancer, porém, continua o mesmo. Se por um lado ele ainda chama um pouco de atenção por sua agressividade, a falta de novidades nesse quesito torna difícil diferenciar um modelo 0km de outro mais antigo.

Na dianteira, o Lancer 2020  continua com a grade frontal do estilo “jetfighter” e o formato Shark Nose. O desenho dos faróis também contribui para dar a impressão de um carro mais esportivo, mas eles não são de LED.

Além disso, o para-choque do Lancer é sempre pintado na cor do veículo e com a seção central preta, e o mesmo fundo aparece em torno dos faróis de neblina. Mas não espere o mesmo visual visto na antiga versão GT, que tinha inclusive alguns detalhes cromados.

Passando para a lateral do Lancer 2020, vemos um carro que entrega sua idade. Diferente da maioria de seus concorrentes, que tem muitos vincos e detalhes cromados, o modelo japonês tem apenas uma linha mais pronunciada na altura das maçanetas e um pequeno repetidor das setas na coluna A.

Na lateral do Lancer também se vê uma das poucas diferenças entre as versões HL e HL-T, que são as rodas. Na versão de entrada elas são de 16 polegadas, com pneus 205/60, enquanto a mais cara conta com rodas aro 18 e pneus 215/45.

Os outros itens presentes apenas na versão mais cara do Lancer 2020 são a antena Shark Style, o spoiler traseiro e a ponteira cromada do escapamento.

Por falar nisso, essa ponteira é um dos poucos pontos chamativos na traseira do sedã, que parece robusta demais em vista do visual mais fluído visto na concorrência.

As lanternas invadem a lateral, com parte delas colocada sobre a tampa do porta-malas. Ao centro, e um pouco abaixo do discreto spoiler traseiro, aparece o brake light. Vale lembrar que o Lancer 2020 não conta com câmera de ré e nem sensores de estacionamento.

Se o exterior não empolga, a história não muda quando entramos no Lancer 2020. O espaço interno não é ruim, mas fica atrás de alguns concorrentes.

O porta-malas, por exemplo, tem 413 litros (e vem com alças pantográficas), enquanto Corolla (470 litros), Jetta (510) e Civic (519) oferecem mais espaço para as bagagens.

Os bancos, que são em couro na versão mais cara, tem ajuste de altura manual, assim como o volante. O Lancer 2020 ainda oferece ar-condicionado automático, comandos no volante, paddle shifters, piloto automático, sensor de chuva e crepuscular, computador de bordo e central multimídia com tela de 7 polegadas.

Por outro lado, o interior do Lancer 2020 também decepciona em alguns aspectos. A direção é hidráulica, algo que está em desuso, e a central multimídia não conta com GPS.

Além disso, o sedan não vem com ISOFIX e nem com itens de segurança comuns em outros modelos da categoria, como ESP. Pior ainda, são oferecidos apenas dois airbags, mesmo na versão mais cara.

Mesmo assim, a Mitsubishi destaca alguns pontos positivos que o Lancer 2020 tem no quesito segurança. Um deles é a estrutura da carroceria, feita sob o conceito RISE de deformação controlada.

Além disso, o modelo tem barras de proteção lateral nas quatro portas, apoios de cabeça, coluna de direção colapsável e cintos de segurança com pré-tensionador e limitador de força.

O sistema de freios conta com ABS, EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e BAS, um sistema de assistência para os freios que permite parar totalmente o veículo num curto espaço.

O motor usado pelo Lancer 2020 em ambas as versões é o também antigo 2.0 de 160 cv e 20,1 kgfm de torque, movido apenas a gasolina.

Um fato estranho, pois a Mitsubishi já colocou uma versão flex desse motor no ASX, que chega a 170 cv. Acoplado a esse motor, o Lancer 2020 vem com uma transmissão CVT que simula seis marchas.

LANCER HL para PCD – Versões

  • Mitsubishi Lancer HL 2020
  • Mitsubishi Lancer HL-T 2020

Cores disponíveis: Prata Rodhium Metálico, Cinza Londrino Perolizado, Prata Cool Metálico, Marrom Cacau Perolizado, Azul Petróleo Perolizado, Vermelho Rubi Perolizado, Branco Fuji Perolizado e Preto Ônix Perolizado.

LANCER HL para PCD – Equipamentos

Mitsubishi Lancer HL 2020 – motor MIVEC 2.0 a gasolina, com 4 cilindros e 16 válvulas, 160 cv a 6.000 rpm e 20,1 kgfm de torque a 4.200 rpm, com transmissão CVT de seis velocidades simuladas e paddle shifters.

ITENS DE SÉRIE: Brake light integrado na tampa do porta-malas, Espelho retrovisor externo elétrico na cor do veículo, Faróis halógenos, Farol de neblina dianteiro, Grade e moldura do radiador preto, Maçanetas externas das portas na cor do veículo, Para-choque dianteiro na cor do veículo e seção central preta, Quadros entre as portas (coluna B) com acabamento na cor preta, Ponteira do escapamento cromada, Vidros verdes (proteção UV no parabrisa), Alças de apoio no teto (3x), Espelho retrovisor interno dia e noite, Isolamento acústico no capô e no porta-malas, Acabamento Premium Black (ornamento Gloss Black) no painel e nas portas, Ar condicionado automático com filtro de cabine, Banco do motorista com ajuste de altura manual, Banco do motorista com porta revista no encosto, Bancos revestidos em tecido, Coluna de direção com ajuste de altura, Comando do áudio no volante, Comando do piloto automático no volante, Direção com assistência hidráulica, Manopla do câmbio com acabamento em couro, Mostradores com display de multi-informação, Paddle Shifters, Piloto automático, Porta-copos no console, Sistema de áudio Rádio FM 18 memórias / AM 12 memórias, CD Player, Bluetooth com áudio streaming, entrada UBS / Auxiliar, Sensor de chuva para acionamento automático do limpador do para-brisa, Sensor crepuscular, Vidros e travas elétricas, Volante com acabamento em couro, Airbags de duplo estágio (motorista & passageiro), Alarme, Cintos de segurança com 3 pontos (dianteiros), Cintos de segurança com 3 pontos nas laterais (2x), Cintos de segurança central traseiro sub-abdominal, Freio a disco nas quatro rodas, Freios ABS + EBD + BAS, Immobilizer, Keyless (com 2 transmissores), Trava de segurança nas portas traseiras (trava para crianças), Trava elétrica das portas acionada pelo comando da porta do motorista, Trava elétrica dos vidros no comando da porta do motorista.

OPCIONAIS: nenhum.

Mitsubishi Lancer HL-T 2020 – motor MIVEC 2.0 a gasolina, com 4 cilindros e 16 válvulas, 160 cv a 6.000 rpm e 20,1 kgfm de torque a 4.200 rpm, com transmissão CVT de seis velocidades simuladas e paddle shifters.

ITENS DE SÉRIE: itens da versão HL acima + Aerofólio tipo “LIP” na tampa do porta-malas, Bancos revestidos em “PREMIUM BLACK”, Antena Shark, Multimídia com tela touch screen capacitiva de 7 polegadas, Carplay & Android Auto, Comando de voz, Rádio FM de 18 memórias / AM 12 memórias, Audio Player MP3, WMA, Video Player MP4, RMVB, Bluetooth com áudio streaming e entradas USB/IPOD.

OPCIONAIS: nenhum.

LANCER HL 2020 para PCD– Preço

  • Mitsubishi Lancer HL 2020 – R$ 81.990 (versão PCD – R$ 67.423)
  • Mitsubishi Lancer HL-T 2020 – R$ 86.990 (versão PCD – R$ 71.918)

LANCER HL para PCD – Motor

O motor usado nas duas versões do Lancer 2020, como já dito, é o MIVEC 2.0 a gasolina. Esse propulsor é dianteiro, transversal, com 4 cilindros em linha e 16 válvulas, além de aspiração natural, injeção multiponto e duplo comando de válvulas no cabeçote.

São produzidos 160 cavalos a 6.000 rotações por minuto e 20,1 kgfm de torque, a 4.200 rpm. Isso mostra que o motor usado pelo Lancer 2020 é um dos mais potentes de sua categoria, e isso é um ponto positivo.

Além disso, o conjunto conta com uma transmissão CVT de seis velocidades, o que ajuda a diminuir seu consumo.

Por outro lado, esse é mais um dos aspectos que entregam o antigo projeto do Lancer 2020. O motor é um velho conhecido dos brasileiros, e isso não é algo bom.

Mesmo com a atualização trazida para o SUV ASX, que ganhou uma versão flex desse motor, o Lancer continuou sendo abastecido apenas com gasolina.

LANCER HL para PCD – Desempenho e Consumo

O motor 2.0 do Lancer se mostra dentro dos padrões do segmento. Sua aceleração de 0 a 100 km/h, por exemplo, é feita em 10,7 segundos (segundo os dados oficiais da montadora), pouco acima dos 10,3 segundos do Jetta 1.4 TSI.

As retomadas também são boas, levando 4,7 segundos para ir de 40 a 80 km/h e 7,5 segundos entre 80 e 120 km/h. A velocidade máxima, também de acordo com a montadora, fica em 198 km/h.

Por outro lado, o projeto antigo desse motor torna o Lancer mais gastão que seus rivais. Suas médias de consumo ficam na casa dos 8,3 km/l na cidade e 12,6 km/l na estrada, lembrando que ele só é abastecido com gasolina.

Apesar de não parecerem números ruins em si, o altíssimo preço do litro da gasolina torna o custo por km rodado no Lancer 2020 acima do esperado.

Além disso, modelos com motores mais modernos conseguem médias bem melhores, além de darem a opção do abastecimento com etanol, que diminui o custo final a cada tanque.

LANCER HL para PCD – Manutenção e Revisão

O custo de manutenção do Lancer 2020 também fica acima dos rivais, e por um motivo que nem todos percebem ao se interessar por esse modelo.

Segundo o site da Mitsubishi, as revisões do Lancer devem ser feitas a cada 6 meses ou 10.000 km, diferente de outras marcas que exigem uma parada a cada 12 meses.

Veja abaixo o custo de cada revisão e os itens inclusos em cada uma delas:

  • 1ª revisão – R$ 671
  • 2ª revisão – R$ 826
  • 3ª revisão – R$ 671
  • 4ª revisão – R$ 1.456
  • 5ª revisão – R$ 671
  • 6ª revisão – R$ 826
  • 7ª revisão – R$ 671
  • 8ª revisão – R$ 1.456
  • 9ª revisão – R$ 671
  • 10ª revisão – R$ 1.048

LANCER HL para PCD – Ficha Técnica

Motor

2.0 16V

TipoDianteiro, Transversal e Gasolina
Número de cilindros4 em linha
Cilindrada em cm31.998
Válvulas16
Taxa de compressão10:1
Injeção eletrônica de combustívelMultiponto
Potência Máxima160 cv a 6.000 rpm
Torque Máximo20,1 kgfm a 4.200 rpm

Transmissão

TipoCVT, simulando seis marchas

Tração

TipoDianteira

Freios

TipoDiscos ventilados (dianteira) e discos sólidos (traseira)

Direção

TipoHidráulica

Suspensão

DianteiraIndependentes, McPherson
TraseiraIndependentes, multibraço

Rodas e Pneus

RodasRoda de 16 ou 18 polegadas
Pneus205/60 R16 ou 215/45 R18

Dimensões

Comprimento total (mm)4.570
Largura (mm)1.765
Altura (mm)1.505
Distância entre os eixos (mm)2.635

Capacidades

Capacidade de carga (kg)540
Tanque (litros)59
Peso vazio em ordem de marcha (kg)1.310
Peso bruto total (kg)1,850
Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)0,29

Fonte: Noticias Automotivas

 

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