Dor nas costas

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Dor nas costas: Entenda as Causas, como Evolui e qual o Tratamento Indicado

As dores nas costas têm sido responsáveis pela grande ocorrência de visitas aos consultórios médicos. Trata-se de uma queixa comum, tanto entre o público mais jovem quanto para as pessoas de idade mais avançada. Na grande maioria dos casos, essas dores acarretam mudanças no estilo de vida do paciente, com redução de movimentos e atividades (até as mais simples e corriqueiras), o que compromete, significativamente, a qualidade de vida do indivíduo.

Muitas vezes as dores nas costas são associadas a problemas posturais, uma vez que hábitos inadequados de postura durante a realização de atividades ou mesmo em posição estática podem comprometer, severamente, a saúde da coluna vertebral, contribuindo para o surgimento de dores.

Entretanto, o que muitas pessoas não sabem é que o problema que causa as dores nas costas pode, muitas vezes, não ter a sua origem na própria coluna vertebral, mas sim remeter a outras afecções no corpo. Por uma questão de automaticidade, quando alguém sente dor no braço logo procura um tratamento para a dor naquela região. O mesmo acontece se a dor for na perna, na cabeça ou na própria coluna. Nesse contexto, o problema está no foco em tratar apenas a dor e não a patologia, que é, de fato, a causa daquele desconforto.

 

Dores nas Costas podem ser sinal de problemas em outras regiões do corpo

Algumas doenças que surgem na coluna acabam afetando outras regiões do corpo. É o caso, por exemplo, da dor no nervo ciático (uma inflamação ou dano ao nervo ciático, que se estende desde a coluna lombar até os pés). Dentre os sintomas da dor ciática está a irradiação dos desconfortos (dores, formigamento, sensação de queimação etc.) para a região posterior da coxa ou da perna. De modo inverso, as dores que se manifestam na coluna também podem ser consequência de outras complicações de saúde, não necessariamente de origem nessa região.

Nenhum tipo de dor deve ser ignorado, principalmente os tipos mais persistentes e que tendem a piorar com o tempo. Dores na coluna podem revelar simples contraturas ou distensões musculares de tratamento mais simples, ou mesmo natural, mas também podem indicar a presença de doenças graves. Um exemplo é a osteoporose, que consiste na redução de densidade da massa óssea e que atinge mais comumente as mulheres. Essa doença metabólica pode causar dores frequentes nas costas. No caso das doenças renais, a maioria não causa dores nas costas, mas o surgimento de pedras em um dos rins ou nas vias urinárias, assim como alguns casos de infecção urinária, pode acabar resultando em intensa dor lombar com a irradiação, inclusive, para a virilha.

Cistos ovarianos, endometriose e câncer no ovário, apendicite, pancreatite (inflamação do pâncreas) e alguns tipos de câncer também podem ser apontados como causas por trás das dores nas costas.

 

Tratando Efetivamente das Dores nas Costas

A principal maneira de lidar com a dor nas costas é investigar, antes de mais nada, a sua causa. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o equívoco de uma doença que possa ser evidenciada como causa da dor, mas que, na verdade, não tenha associação e, assim, agravar a condição do paciente ao ser tratado de forma inadequada. O tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo diferentes tipos de exames a ser realizados por diversos médicos, para só então iniciar um atendimento específico para aquele quadro.

É muito importante alertar para os riscos da automedicação. Utilizar analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares é perigoso, principalmente se o paciente não sabe ainda a causa das dores nas costas e não recebeu uma prescrição médica adequada de medicamentos.

O melhor tratamento, no entanto, ainda é a prevenção! Cuidados com a sobrecarga de trabalho e durante as atividades domésticas devem ser adotados, bem como realizar momentos de relaxamento ao longo do dia. O exercício físico também é uma importante ferramenta pois, uma vez praticado regularmente, proporciona a melhora do condicionamento físico, controlando o aparecimento de lesões e viabilizando preparo muscular para a rotina diária.

 

Fonte: Ministério da Saúde