Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Acidente Vascular Cerebral (AVC)


Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode dar o direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km, devido à incapacidade de coordenação motora, formigamento, paralisia muscular e dificuldade nos movimentos.

Acidente Vascular Cerebral (AVC) acontece quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral, que ficou sem circulação sanguínea. É uma doença que acomete mais os homens e é uma das principais causas de morte, incapacitação e internações em todo o mundo.

Um acidente vascular cerebral é uma emergência médica.

Os sintomas de acidente vascular cerebral incluem dificuldade para andar, falar e compreender, bem como paralisia ou dormência da face, do braço ou da perna.

O tratamento precoce com medicamentos como tPA (anticoagulante) pode minimizar danos cerebrais. Outros tratamentos concentram-se em limitar complicações e prevenir novos AVC´s.

Sintomas

Requer um diagnóstico médico.

Os sintomas de acidente vascular cerebral incluem dificuldade para andar, falar e compreender, bem como paralisia ou dormência da face, braço ou perna.

  • Dificuldade para caminhar, fraqueza de um lado do corpo, fraqueza muscular, incapacidade de coordenar movimentos musculares, instabilidade, músculos rígidos, paralisia com músculos fracos, problemas de coordenação, paralisia de um lado do corpo ou reflexos hiperativos.
  • Perda temporária da visão em um olho, súbita perda da visão, visão dupla ou visão embaçada.
  • Dificuldade de fala, fala arrastada ou perda da fala.
  • Formigamento ou redução na sensação de tato.
  • Dormência ou fraqueza muscular.
  • Tontura ou vertigem.
  • Confusão mental ou incapacidade de falar ou entender o próprio idioma.
  • Também é comum a afasia de wernicke, dificuldade em engolir, dor de cabeça, fraqueza de um membro ou movimento rápido involuntário dos olhos.

 

Tratamentos

O tratamento é feito por Medicamentos, Cirurgias, Fonoaudiologia, Reabilitação Neuropsicológica, Terapia Ocupacional, Fisioterapia.

Fonte: Ministério da Saúde

Acidente Vascular Encefálico (AVE)

Acidente Vascular Encefálico (AVE)

Acidente Vascular Encefálico (AVE)

Acidente Vascular Encefálico (AVE) pode dar o direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km, devido à incapacidade de coordenação motora, formigamento, paralisia muscular e dificuldade nos movimentos.

 

Acidente Vascular Encefálico (AVE) é caracterizado por um distúrbio neurológico focal, ou às vezes global, com duração superior a 24 horas e desenvolvimento rápido dos sintomas, sendo repentino e não convulsivo, determinado por lesão cerebral secundária ao mecanismo vascular.

Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma emergência médica.

Os problemas apresentados após o acidente incluem deficiência nas funções motoras, sensitivas, mentais, perceptivas e da linguagem, dependendo da localização da artéria acometida, da extensão da lesão e da disponibilidade de fluxo colateral. Os sintomas neurológicos podem refletir a localização e o tamanho do AVE, porém não os diferem claramente quanto a sua etiologia.

Diante da gravidade do AVC e sua incidência em território nacional, em 2012 o Ministério da Saúde, através da portaria nº 664 de 12 de abril de 2012, cria a Linha de Cuidados em AVC na Rede de Atenção às Urgências e Emergências. Esta portaria aprova Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Trombólise no Acidente Vascular Cerebral Isquêmico Agudo.

 

Diferença entre AVE Isquêmico e AVE Hemorrágico

A etiologia do AVE pode ser diferenciada entre AVE Isquêmico e Hemorrágico. Aqui vamos falar sobre cada um deles.

O AVE Isquêmico é caracterizado por um deficit neurológico focal, causado por uma obstrução da irrigação sanguínea em determinada área encefálica. Tal obstrução pode ser causada, na maioria das vezes por:

  • Coágulos;
  • Ateroscleroses;
  • Infarto Lacunar – deterioração de pequenas artérias;
  • Estenose vascular – causada por vasculite ou infecções.

 

O AVE hemorrágico caracteriza-se pelo rompimento de um vaso sanguíneo e extravasamento de sangue no parênquima cerebral. O extravasamento sanguíneo pode ser divido em:

  • Hemorragia Intracerebral
  • Hemorragia Subaracnoidea

É o tipo mais letal de AVE, sendo o mais perigoso e difícil de tratar, e também o que mais deixa sequelas nos pacientes.

As principais etiologias ou doenças de base que ocasionam AVE hemorrágico são:

  • Hipertensão Arterial Sistêmica
  • Angiopatias
  • Malformações Arteriovenosas (MAV)

 

Sinais e Sintomas do AVE

Os principais sinais e sintomas dependem do território vascular envolvido, localização e tamanho da lesão; no entanto, na maioria das vezes acontecem:

  • Cefaleia de início súbito, sobretudo se acompanhada de vômitos;
  • Fraqueza ou dormência na face, nos braços ou nas pernas, geralmente afetando um dos lados do corpo;
  • Hemiparesia, parestesia ou hemiplegia;
  • Disartria ou Dislalia;
  • Desvio de comissura labial;
  • Alterações da visão
  • Rigidez nucal.

Os ataques isquêmicos podem manifestar-se também com alterações na memória e na capacidade de planejar as atividades diárias, podendo, às vezes, passar despercebidos no início e intensificar-se ou evoluir para o AVE hemorrágico, daí a necessidade de estar alerta aos sinais e sintomas.

No AVE hemorrágico existem sintomas mais característicos como náuseas, vômitos, confusão mental e perda de consciência.

 

Fatores de Risco do AVE

Existe uma diferença entre os fatores de risco e os fatores etiológicos. Normalmente encontramos que os dois são intrínsecos;  é importante, porém, reconhecermos que os fatores de risco são aqueles que podem ser gerenciados pelo paciente através da mudança de hábitos, como etilismo, tabagismo, sedentarismo. Já os fatores etiológicos são aqueles que envolvem doenças de base ou doenças crônicas que, quando não tratadas ou estão em exacerbação dos seus sinais e sintomas, podem ocasionar o AVE. Assim, temos como fatores etiológicos a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), a Diabetes Mellitus e a Obesidade.

 

Diagnóstico e Tratamento do AVE

O diagnóstico é feito através de:
  • Avaliação física e neurológica;
  • Eletroencefalograma;
  • Exames laboratoriais – Hemograma, Glicose e outros;
  • Tomografia computadorizada de crânio;
  • Angiografia por TC de crânio.

O tratamento acontecerá de acordo com o tipo de AVE que acometeu o paciente; sendo assim, para o AVE Isquêmico o tratamento mais eficaz é a trombólise medicamentosa, através de tratamentos com rtPA, medicações como o Actilyse e o uso de estreptoquinase. Todos esses tratamentos têm a finalidade de dissolução trombótica.

Alguns cuidados são importantes para o paciente que está em tratamento do AVE Isquêmico como, por exemplo, monitorar os sinais vitais, principalmente a pressão arterial, administrar o tratamento trombolítico se a pressão arterial sistólica estiver menor do que 160mmHg. Alguns adjuvantes também podem auxiliar o tratamento, como antiplaquetários, anticoagulantes em via venosa e outras medicações que influenciam a fluidificação sanguínea.

Para o AVE Hemorrágico o tratamento é voltado ao controle dos principais problemas relacionados ao extravasamento sanguíneo. Assim, envolverá procedimentos cirúrgicos para clampeamento do vaso danificado ou remoção de coágulos do sangue extravasado no parênquima cerebral.

Outro problema é o aumento da Pressão Intracraniana (PIC). Com o derramamento sanguíneo, ela aumentará  e pode evoluir para uma herniação cerebral. O controle dessa complicação é feito com medicações diuréticas, como o diurético osmótico Manitol e a inserção do sistema de Derivação Ventricular Externa, usado para o controle da drenagem liquórica em casos de hipertensão intracraniana.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Amputação

Amputação

AMPUTAÇÃO OU AUSÊNCIA DE MEMBROS pode dar o direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km.

 

O que é a amputação?

A amputação é a remoção de uma extremidade do corpo. As causas mais comuns de amputação dos membros inferiores e superiores são de ordem vascular, por tumores e traumas decorrentes de acidentes em diversas situações.

Os procedimentos para amputação de membros inferiores ou superiores caracterizam-se como restauração de um órgão enfermo e não uma mutilação. Nessa conjuntura, é fundamental um trabalho integrado dos diversos tipos de profissionais envolvidos na reabilitação do paciente, para estimular e valorizar a capacidade residual da pessoa atingida e assim buscar uma recuperação total.

No diagnóstico médico a amputação é considerada como um diagnóstico secundário, pois a enfermidade ou trauma recebe o rótulo de diagnóstico primário. E, posteriormente, se surgirem complicações, quanto mais cedo forem identificadas as causas, mais rápido poderá ser o controle e cura, possibilitando um melhor desempenho do paciente na fase da reabilitação.

 

Causas de amputações

Entre as causas mais comuns de amputação de órgãos inferiores e superiores encontramos: vasculopatias periféricas, traumáticas, tumorais, infecciosas, congênitas e iatrogênicas. Destaca-se dentre elas, a vasculopatia periférica, que acomete em maior número de pessoas acima de 50 anos, sendo os membros inferiores (dedos, pés e pernas) os mais comprometidos. As causas mais comuns nas amputações provocadas por eventos vasculares são a diabetes e o tabagismo.

Já as causas traumáticas atingem também um número expressivo da população por acidentes de trânsito, de trabalho ou, em número menor, em razão de outra etiologia. Dentre os citados, os acidentes de trabalho tendem a culminar em amputações dos membros superiores (dedos, mão e braço).

Os tumores ósseos malignos, como osteossarcoma, também são responsáveis por amputação, especialmente de partes dos membros inferiores.

 

Principais complicações nas amputações

Entre as principais causas de complicações no coto estão deiscência de suturas, edemas, dor fantasma, ulceração do coto, inflamações, infecções, retração da cicatriz, neuromas e espículas ósseas. Esses problemas costumam afetar o coto entre a segunda e terceira semana após o ato cirúrgico.

Os problemas decorrentes de causas como neuromas, contraturas musculares e hipotrofias, entre outras, acontecem mais tardiamente, embora a dor possa aparecer em qualquer época, apresentando características das mais diversas.

Um aspecto comum nos portadores de amputação é o chamado fenômeno “fantasma”, doloroso ou não, normal e ou deformado, que estará presente em 95% dos pacientes. Até a terceira semana após a cirurgia, aproximadamente, a maioria manifesta a percepção “fantasma” de um membro normal e indolor. No entanto, alguns já se referem ao membro como deformado a partir da primeira semana. Para aqueles pacientes do primeiro grupo citado, passada as duas ou três semanas da cirurgia, o membro amputado dá a impressão de estar contorcido e desproporcional e não deveria apresentar dor.

A percepção, por parte do paciente, de um membro fantasma doloroso pode manifestar-se em membro fantasma normal ou deformado. Essa dor pode ser de leve a moderada, tolerável, respondendo de forma satisfatória à terapêutica física ou medicamentosa. Sua duração pode ocorrer durante semanas ou anos.

A dor fantasma (percepção de sensações geralmente dolorosas em partes do membro que foram retiradas na cirurgia) é sempre grave e intensa, às vezes resiste a diversas formas de tratamento e consegue até impedir o programa de reabilitação. O surgimento pode se dar precoce ou tardiamente à amputação,  com duração imprevisível.

Já a dor no coto tem localização específica, apresentando características de desprazer leve, moderado ou intenso, como consequência de diversos tipos de complicações.

Outras complicações, especialmente nos membros inferiores, são os neuromas de amputação ou terminações de nervos no coto, que formam um pequeno tumor neural, que dá dor ou sensação de choque ao toque.

 

Reabilitação do paciente

O tratamento global e integrado do paciente determinará o êxito de todo o trabalho reabilitacional programado. O objetivo final é capacitar o paciente ao maior aproveitamento de suas potencialidades, de forma que ele possa ser independente nas atividades diárias. Para isso, inclui-se o tratamento do coto (sem dor), com boa força muscular, sem edema e, portanto, apto para receber o soquete protético. Para o bom planejamento, o tratamento fisiátrico deve conter aspectos farmacológicos, físicos na fase pré, durante e após a colocação da prótese, psicossocial e profissional; fundamentais para o desempenho satisfatório do programa.

A avaliação fisiátrica compreende a reabilitação e a protetização; sendo a reabilitação um procedimento terapêutico global, que transcende os aspectos físicos, enquanto a protetização é a utilização de recursos técnicos especiais que visam a substituição parcial de um membro. Portanto, a reabilitação pode ser considerada mais completa se for seguida da colocação de uma prótese.

 

Próteses

São mais comuns as próteses em pacientes com membros inferiores amputados. Inicialmente o paciente utiliza uma prótese chamada de pilão, com gesso, com a finalidade de adequar o coto à utilização desse recurso, tornando-o mais fino, rígido e indolor para que possa ocorrer um bom ajuste da prótese com o corpo. Além disso, o paciente deve fazer um tratamento com um fisioterapeuta para reeducação da marcha (uma nova forma de andar) e apreender a usar a prótese ao caminhar. Nessa fase, é fundamental a participação do amputado pois, se ele não aderir ao programa não conseguirá caminhar.

Durante muito tempo a preocupação principal no desenvolvimento das próteses era a semelhança estética com o membro perdido. Devido à vergonha sentida pelo amputado, a funcionalidade da prótese acabou sendo deixada de lado. Porém, após o desenvolvimento de próteses mecânicas, esses itens passaram a ser mais funcionais e permitiram que o paciente realizasse atividades mais complexas e abrindo possibilidades, como a prática esportiva.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Artrite Reumatoide

Artrite Reumatoide

Artrite Reumatoide pode dar o Direito as Isenções

Artrite Reumatoide pode dar o direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km, devido às dores intensas, deformidade nos membros e dificuldade nos movimentos.

 

Artrite Reumatoide pode dar o Direito as Isenções

Artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica que afeta muitas articulações, incluindo as das mãos e dos pés.

Na artrite reumatoide, o sistema imunológico do corpo ataca seus próprios tecidos, incluindo articulações. Em casos graves, ele ataca os órgãos internos.

A artrite reumatoide afeta o revestimento das articulações, causando inchaços doloridos. Com o passar do tempo, a inflamação causada pela artrite reumatoide pode levar à erosão do osso e deformidade da articulação.

 

Sintomas Artrite Reumatoide

Requer um diagnóstico médico

A artrite reumatoide afeta o revestimento das articulações, causando inchaços doloridos. Com o passar do tempo, a inflamação causada pela artrite reumatoide pode levar à erosão do osso e deformidade da articulação.

As pessoas podem ter:

  • Dores locais: nas articulações
  • Nas articulações: inchaço, rigidez ou sensibilidade
  • No corpo: anemia ou fadiga
  • Na pele: nódulos ou vermelhidão
  • Também é comum: deformidade física ou inchaço das mãos

 

Tratamento da Artrite Reumatoide

O tratamento consiste no uso de imunossupressores

Embora não exista cura para a artrite reumatoide, fisioterapia e medicamentos podem ajudar a retardar a progressão da doença. A maioria dos casos pode ser tratada com uma classe de medicamentos chamados “drogas antirreumáticas modificadoras de doença” (DMARDs, na sigla em inglês).

 

Fonte: Ministério da Saúde

Artrodese

Artrodese

Artrodese pode dar o direito às isenções

Artrodese pode dar o direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km.

 

Artrodese, entenda quando este tratamento é indicado.

 

Artrodese, também conhecida como anquilose artificial, é um procedimento realizado para aliviar dor intratável em uma articulação, que não pode ser manejada com medicamentos ou outros tratamentos normalmente indicados.

Artrodese é a cirurgia de fixação da coluna. Ela costuma ser indicada quando se considera que existe uma instabilidade entre as vértebras.

A artrodese vem sendo usada para o tratamento de doenças da coluna desde 1911, sendo que sua utilização cresceu muito. É  considerada o tratamento padrão para uma grande variedade de patologias da coluna, enquanto a  artroplastia (prótese de disco) e a estabilização dinâmica, cirurgias que preservam o movimento, ainda são procedimentos relativamente novos, vistos como técnicas alternativas.

É claro que as técnicas de artrodese de hoje guardam pouquíssima semelhança com as primeiras cirurgias. Atualmente, a fixação da coluna é feita com hastes e parafusos especiais, geralmente feitos de titânio, material altamente compatível com o corpo e que não provoca rejeição. Além disso, a maioria das cirurgias é realizada por técnicas minimamente invasivas, que causam pouca agressão cirúrgica ao paciente.

 

Artrodese de Coluna: Indicações

 

A artrodese de coluna é o tratamento padrão para um grande número de patologias.

Todas as patologias listadas abaixo são possíveis indicações para artrodese:

  • DEGENERAÇÃO DA COLUNA
  • DISCOPATIAS DOLOROSAS
  • HÉRNIA DE DISCO CERVICAL
  • ESTENOSE ESPINHAL – CANAL ESTREITO
  • ESPONDILOLISTESE E ESPONDILÓLISE
  • ESCOLIOSE
  • CIFOSE
  • TRAUMATISMOS E FRATURAS
  • DISCITE E OSTEOMIELITE
  • TUMORES

 

Artrodese de Coluna: Técnica Convencional

 

  • Através de um corte nas costas, os músculos são afastados e a parte de trás da coluna fica exposta. A fixação das vértebras é feita com a colocação de implantes, como parafusos, hastes e
    espaçadores. Além da fixação, pode ser necessário realizar também uma liberação de nervos ou alguma retirada de osso, dependendo da doença que está sendo tratada.
  • Algumas vezes a artrodese é realizada na parte da frente da coluna, através de aberturas do tórax ou do abdome, mas essas situações são pouco frequentes e acontecem, geralmente, em
    situações de patologias mais graves.
  • Atualmente, a maioria das artrodeses é realizada por técnica minimamente invasiva, sendo que as cirurgias convencionais, com cortes maiores e afastamento da musculatura, são realizadas apenas em casos onde é preciso fixar muitas vértebras.

 

Artrodese Lombar Minimamente Invasiva

 

Nesta cirurgia são utilizados parafusos, hastes e espaçadores com objetivo de fixar as vértebras, como nas cirurgias convencionais. A grande diferença, porém, é que esses implantes são colocados através de sistemas especiais de acesso cirúrgico, minimamente invasivo, que dispensam os cortes grandes e o descolamento muscular realizados nas costas, trocando-os por cortes pequenos, com 2 a 5 centímetros. Mais importante que o aspecto estético dos cortes é o fato da musculatura também ser menos lesionada, pois esses sistemas de acesso permitem que se chegue à coluna por caminhos naturais, existentes entre os músculos, não sendo necessário que se corte ou descole nenhum músculo além do estritamente necessário. Isso resulta em menos sangramento, menos dor pós-operatória, estadia hospitalar reduzida, retorno mais rápido às atividades e maior preservação do funcionamento da musculatura. Tudo isso sem perder a confiabilidade de resultados da artrodese convencional.

 

Artrodese de Coluna Cervical

 

A cirurgia artrodese cervical é utilizada no tratamento de diversas patologias, como as hérnias de disco cervicais, a mielopatia cervical, as fraturas e, até mesmo, alguns tipos de tumores.

A artrodese cervical anterior é a técnica mais comum, realizada com uma incisão na frente do pescoço, dando acesso direto à coluna cervical. Com a coluna exposta o tratamento da patologia é realizado, seja a retirada de um tumor ou de uma hérnia de disco, por exemplo, seguido da fixação da coluna com placas e parafusos cervicais. Em alguns casos menos frequentes, está indicada a artrodese cervical posterior, feita pela parte de trás do pescoço.

Nos casos de hérnia de disco cervical, a artrodese cervical anterior ainda é o tratamento mais clássico, mas a artroplastia cervical vem ganhando espaço como uma alternativa para manter a movimentação da coluna.

 

Fonte: Centro de Cirurgia da Coluna