Artrodese

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Artrodese, entenda quando este tratamento é indicado.

 

Artrodese, também conhecida como anquilose artificial, é um procedimento realizado para aliviar dor intratável em uma articulação, que não pode ser manejada com medicamentos ou outros tratamentos normalmente indicados.

Artrodese é a cirurgia de fixação da coluna. Ela costuma ser indicada quando se considera que existe uma instabilidade entre as vértebras.

A artrodese vem sendo usada para o tratamento de doenças da coluna desde 1911, sendo que sua utilização cresceu muito. É  considerada o tratamento padrão para uma grande variedade de patologias da coluna, enquanto a  artroplastia (prótese de disco) e a estabilização dinâmica, cirurgias que preservam o movimento, ainda são procedimentos relativamente novos, vistos como técnicas alternativas.

É claro que as técnicas de artrodese de hoje guardam pouquíssima semelhança com as primeiras cirurgias. Atualmente, a fixação da coluna é feita com hastes e parafusos especiais, geralmente feitos de titânio, material altamente compatível com o corpo e que não provoca rejeição. Além disso, a maioria das cirurgias é realizada por técnicas minimamente invasivas, que causam pouca agressão cirúrgica ao paciente.

 

Artrodese de Coluna: Indicações

 

A artrodese de coluna é o tratamento padrão para um grande número de patologias.

Todas as patologias listadas abaixo são possíveis indicações para artrodese:

  • DEGENERAÇÃO DA COLUNA
  • DISCOPATIAS DOLOROSAS
  • HÉRNIA DE DISCO CERVICAL
  • ESTENOSE ESPINHAL – CANAL ESTREITO
  • ESPONDILOLISTESE E ESPONDILÓLISE
  • ESCOLIOSE
  • CIFOSE
  • TRAUMATISMOS E FRATURAS
  • DISCITE E OSTEOMIELITE
  • TUMORES

 

Artrodese de Coluna: Técnica Convencional

 

  • Através de um corte nas costas, os músculos são afastados e a parte de trás da coluna fica exposta. A fixação das vértebras é feita com a colocação de implantes, como parafusos, hastes e
    espaçadores. Além da fixação, pode ser necessário realizar também uma liberação de nervos ou alguma retirada de osso, dependendo da doença que está sendo tratada.
  • Algumas vezes a artrodese é realizada na parte da frente da coluna, através de aberturas do tórax ou do abdome, mas essas situações são pouco frequentes e acontecem, geralmente, em
    situações de patologias mais graves.
  • Atualmente, a maioria das artrodeses é realizada por técnica minimamente invasiva, sendo que as cirurgias convencionais, com cortes maiores e afastamento da musculatura, são realizadas apenas em casos onde é preciso fixar muitas vértebras.

 

Artrodese Lombar Minimamente Invasiva

 

Nesta cirurgia são utilizados parafusos, hastes e espaçadores com objetivo de fixar as vértebras, como nas cirurgias convencionais. A grande diferença, porém, é que esses implantes são colocados através de sistemas especiais de acesso cirúrgico, minimamente invasivo, que dispensam os cortes grandes e o descolamento muscular realizados nas costas, trocando-os por cortes pequenos, com 2 a 5 centímetros. Mais importante que o aspecto estético dos cortes é o fato da musculatura também ser menos lesionada, pois esses sistemas de acesso permitem que se chegue à coluna por caminhos naturais, existentes entre os músculos, não sendo necessário que se corte ou descole nenhum músculo além do estritamente necessário. Isso resulta em menos sangramento, menos dor pós-operatória, estadia hospitalar reduzida, retorno mais rápido às atividades e maior preservação do funcionamento da musculatura. Tudo isso sem perder a confiabilidade de resultados da artrodese convencional.

 

Artrodese de Coluna Cervical

 

A cirurgia artrodese cervical é utilizada no tratamento de diversas patologias, como as hérnias de disco cervicais, a mielopatia cervical, as fraturas e, até mesmo, alguns tipos de tumores.

A artrodese cervical anterior é a técnica mais comum, realizada com uma incisão na frente do pescoço, dando acesso direto à coluna cervical. Com a coluna exposta o tratamento da patologia é realizado, seja a retirada de um tumor ou de uma hérnia de disco, por exemplo, seguido da fixação da coluna com placas e parafusos cervicais. Em alguns casos menos frequentes, está indicada a artrodese cervical posterior, feita pela parte de trás do pescoço.

Nos casos de hérnia de disco cervical, a artrodese cervical anterior ainda é o tratamento mais clássico, mas a artroplastia cervical vem ganhando espaço como uma alternativa para manter a movimentação da coluna.

 

Fonte: Centro de Cirurgia da Coluna

 

 

Autismo

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Autismo pode dar o direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km, devido se tratar de um transtorno neurológico.

 

O transtorno do espectro do autismo (TEA) prejudica a capacidade de se comunicar e interagir.

O transtorno de autismo afeta o sistema nervoso.

O alcance e a gravidade dos sintomas podem variar amplamente. Os sintomas mais comuns incluem dificuldade de comunicação, dificuldade com interações sociais, interesses obsessivos e comportamentos repetitivos.

O reconhecimento precoce, assim como as terapias comportamentais, educacionais e familiares, podem reduzir os sintomas, além de oferecer um pilar de apoio ao desenvolvimento e à aprendizagem.

 

Sintomas

Requer um diagnóstico médico

O principal sintoma é a dificuldade de raciocínio e compreensão. As habilidades cotidianas que podem ser afetadas incluem certas habilidades conceituais, sociais e práticas.

Pode apresentar hiperatividade, impulsividade ou inquietação, dificuldade em pensar e compreender.

 

Tratamentos

Educação especial e terapia comportamental podem melhorar as condições de vida da pessoa.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Cirurgia de Coluna

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Qualquer cirurgia de coluna tem indicações muito bem específicas. Quando falamos em cirurgia de coluna, estamos falando de uma minoria dos casos que não respondem ao tratamento clínico.

 

Decidir pela Cirurgia de Coluna

A escolha por uma cirurgia de coluna deve ser uma decisão conjunta entre você, sua família e seu médico.

Nessas situações, um ortopedista especialista em coluna é fundamental para determinar todas as opções terapêuticas, benefícios e possíveis riscos. Estatisticamente, sabemos que 80 a 90% das pessoas com dor nas costas e problemas na coluna melhoram com tratamento conservador em até 6 semanas. Na parcela dos indivíduos que essa melhora não ocorre, pode-se ainda tentar novo tratamento conservador na ausência de déficits neurológicos, infecções ou urgências.

 

Indicação da Cirurgia de Coluna

A indicação para cirurgia de coluna está na incidência de casos recorrentes, com limitação funcional ou urgência neurológica.

As situações mais comuns na indicação para uma cirurgia de coluna são:

Hérnias de disco

– Fraturas e luxações na coluna

– Estenose do canal vertebral

– Cistos nas facetas articulares

– Tumores ósseos primários ou metástases

– Infecções

– Instabilidades como a espondilolistese

Deformidades acentuadas (escolioses, cifoses e outras)

Dentre todos esses diagnósticos existe uma grande gama de tratamentos conservadores antes da cirurgia. Cada situação clínica deve ser individualizada pelo seu ortopedista especialista em coluna e pode requerer um procedimento diferente.

 

Quais os tipos de Cirurgia de Coluna?

A cirurgia de coluna vertebral passou por uma grande evolução nos últimos 20 anos. Os grandes procedimentos que eram realizados com uso de materiais mais grosseiros foram substituídos, em grande parte dos casos, por procedimentos menos invasivos, materiais mais precisos e modernos.

Atualmente existe uma grande preocupação com a doença do disco intervertebral adjacente aos níveis operados e como será o comportamento desses discos “sadios” no futuro. Isso explica a tendência moderna de evitar ao máximo procedimentos de fusão óssea extensa, tentando dissecar o menos possível os tecidos e estruturas da coluna.

Para isso foram criadas técnicas minimamente invasivas de acesso à coluna vertebral, com incisões mínimas e até mesmo percutâneas.

 

Os Procedimentos Cirúrgicos Possíveis na Coluna Vertebral são:

– Infiltrações, injeções, bloqueios e radiofreqüência: Bloqueio Epidural, Bloqueio do ramo medial, Bloqueio foraminal, Bloqueio facetário, Bloqueio sacro-ilíaco, Rizotomia por radiofrequência

– Procedimentos minimamente invasivos: Biópsia da Coluna, Cifoplastia, Discectomia minimamente invasiva, Discectomia endoscópica, Foraminotomia minimamente invasiva, Fixação percutânea da coluna, Artrodese minimamente invasiva

– Procedimentos invasivos abertos: Laminectomia e Artrodese para deformidades

O tipo de tratamento apropriado e a exata indicação deve sempre ser avaliada por um especialista em coluna.

 

Fonte: Ortopedia BR

 

 

Lesão de Ombro

Lesão de Ombro

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Principais patologias do ombro

O ombro é a articulação (ou conjunto destas) que unem o braço ao tronco. Apresenta a maior amplitude de movimentos de todas as articulações do corpo humano; sendo capaz de movimentar-se em variados planos, levando o braço e a mão a várias posições. Tendo tanta amplitude e possibilidades de movimentos,torna-se uma das mais complexas redes de articulações, ligamentos e músculos do nosso corpo.

São 3 ossos principais: Clavícula, Escápula (omoplata) e Úmero, conectados por ligamentos, que permitem coordenar, restringir e orientar movimentos, unindo-os entre si.

Os 3 principais ligamentos são:

  • Acrômio-clavicular, que impede a luxação da clavícula;
  • Gleno-umerais que se dividem em superior, médio e inferior, impedindo a deslocação do ombro;
  • Esterno-clavicular, unindo a clavicula à região do tórax.

 

A nível muscular, a articulação do ombro é suportada por vários elementos musculares, que trabalham em conjunto para realizar os movimentos. Existem músculos circundantes, que não são tão específicos, mas que ajudam nos movimentos do ombro (Deltóide, Peitoral, Trapézio Grande dorsal e Grande redondo).

No entanto, existe um grupo muscular essencial no correto funcionamento do ombro, chamado “Coifa dos Rotadores”, que reforça a cápsula articular resistindo aos deslocamentos da cabeça do Úmero (que é uma das grandes causas de lesões no ombro). Eles são:

  • Supra-espinhoso (responsável pela abdução);
  • Infra-espinhoso (Rotação externa);
  • Pequeno-redondo (Rotação externa e adução);
  • Infra-escapular (Rotação interna e adução).

 

Principais lesões do ombro

Devido à complexidade e instabilidade deste conjunto de articulações, há a propensão a lesões, sendo algumas de difícil tratamento. As  lesões e patologias mais comuns do ombro são:

 

Luxação do ombro

A luxação do ombro ocorre quando a cabeça do úmero sai da sua posição correta, ou seja, da cavidade glenóide. Isto pode ocorrer por variados motivos, mas está diretamente relacionada a uma hiperextensão ou mesmo ruptura de um dos ligamentos. As luxações podem ser anteriores, posteriores, superiores ou inferiores, dependendo do ligamento lesionado ou do tipo de trauma que ocorreu. A mais comum é a anterior, pois ocorre quando o membro está em abdução e rotação externa, uma das posições mais comuns no dia-a-dia.

Poderá haver a tendência de a luxação do ombro tornar-se crônica, devido à laxidão dos ligamentos, fazendo com que o ombro desloque ao mínimo movimento. Nesses casos, a cirurgia é imperativa. Pode ocorrer também uma sub-luxação, ou seja, o úmero sai da cavidade glenóide mas retorna ao local por si só.

Quando ocorre a luxação, é necessária a recolocação do ombro no rapidamente a fim de evitar-se maiores lesões ligamentares. Depois, é importante a imobilização total dessa articulação, de forma  que a cicatrização de uma provável lesão no ligamento seja feita na posição correta. Para isso,  existem variados dispositivos que ajudam a manter o membro superior imobilizado.

 

Lesão na “Coifa dos Rotadores”

Como falado anteriormente, a Coifa dos Rotadores é um conjunto de músculos e tendões que rodeiam a articulação do ombro, sendo os principais responsáveis pelos movimentos mais abrangentes do ombro. As lesões ocorridas nessa zona são comuns e podem ocorrer por lesões nos tendões, por repetição constante de movimentos (tendinites), pelo envelhecimento dos mesmos ou por trauma (rupturas). Essas situações vão causar dor, falta de força e diminuição da mobilidade.

A maioria das lesões ocorre pelo excesso do uso dos tendões ao longo do tempo, sendo mais comum no braço do lado dominante. Esse processo pode ser acelerado por:

  • Esforços e/ou posições repetitivas (movimentos em nível profissional ou desportistas)
  • Em processo de envelhecimento, quando ocorre diminuição do fluxo sanguíneo.
  • Esporões em nivel acromial ou noutra estrutura do ombro, que leva ao enfraquecimento dos tendões.

Assim, esse tipo de lesão é comum em adultos acima dos 40 anos, ou mais cedo, em caso de desportistas de alto rendimento, profissionais que mantenham o membro superior elevado durante grandes períodos, ou em caso de queda ou outro tipo de traumas.

 

Como sintomas para a lesão na coifa temos dor recorrente, notoriamente em repouso, dor ao movimentar o braço, falta de força e possível sensação de crepitação durante o movimento. Inicialmente, a dor é ligeira mas, com o passar do tempo piora, podendo tornar-se permanente.

 

Nesses casos, é aconselhada a fisioterapia para mobilizar a articulação, mas fazer também períodos de repouso com imobilizadores de braço. Em casos mais severos, será recomendada a cirurgia.

Fonte: Ministério da Saúde

Linfomas

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Linfomas

Linfoma dá  direito às isenções de impostos na compra de veículos 0 km.

Linfoma é o nome de um conjunto de cânceres, que atacam o sistema responsável por ajudar a combater infecções.

O sistema linfático é composto por órgãos, vasos e tecidos linfáticos e pelos linfonodos, que se distribuem em posições estratégicas do corpo para ajudar na defesa contra infecções. Esse sistema produz e transporta os glóbulos brancos, células que combatem as infecções e participam do sistema imunológico.

O linfoma ocorre quando uma célula normal do sistema linfático sofre mutações, passa multiplicar-se sem parar e a disseminar-se pelo organismo.

Os diversos tipos de linfomas têm comportamento e grau de agressividade diversos. Eles podem ser divididos em 2 grandes grupos: linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin. O primeiro ocorre em um tipo de célula linfoide conhecido como célula de Reed-Sternberge e acomete pessoas entre 15 e 35 e acima dos 55 anos; o segundo é mais comum em pessoas mais velhas e pode surgir em outras células do sistema linfático.

 

Fatores de Risco do Linfoma

Alguns linfomas estão relacionados a infecções crônicas (como por HIV e HTLV), que podem predispor à mutação das células linfáticas. Outros podem ocorrer devido a fatores ambientais, como a exposição a produtos químicos. O histórico familiar da doença também está relacionado a um maior risco. Certos tipos acometem mais os jovens, mas a maioria atinge os idosos. Na maior parte dos casos, não há causa definida.

 

Sintomas de Linfoma

O primeiro sinal do linfoma é a presença de linfonodos aumentados (popularmente conhecidos como ínguas), mesmo quando não há nenhuma infecção. Nesse caso, os glóbulos brancos proliferam desordenadamente, gerando o crescimento anormal, que forma as chamadas ínguas.

Em geral, os linfonodos infecciosos são dolorosos, ao contrário daqueles presentes nos linfomas, que se apresentam como caroços indolores. Essas ínguas aparecem com mais frequência no pescoço, nas axilas e na virilha. Outros sintomas menos específicos incluem:

  • Febre;
  • Perda de peso;
  • Suor excessivo, principalmente à noite;
  • Fraqueza;
  • Aumento do volume do abdômen.

 

Diagnóstico de Linfoma

Quando há suspeita de linfoma, o paciente deve ser submetido a uma biópsia do gânglio alterado (preferencialmente, com coleta do gânglio inteiro), que será analisado por um patologista especializado. É importante que o exame seja feito em um centro de referência, pois existem muitos subtipos de linfoma e é fundamental diagnosticar de forma precisa.

Feito o diagnóstico, o próximo passo é o estadiamento, para identificar outras áreas possivelmente acometidas pelo câncer. Também são pedidos exames de imagem para auxiliar no diagnóstico, dependendo de cada tipo.

 

Tratamento de Linfoma

O tratamento mais usado é a quimioterapia, complementada, em alguns casos, com a radioterapia.

Os anticorpos monoclonais — proteínas presentes no sistema de defesa do organismo alteradas em laboratório para atacar células específicas — também podem ser utilizados no tratamento, associados à quimioterapia, principalmente nos casos de linfoma não Hodgkin.

 

Recomendações sobre Linfoma

  • Evite a exposição prolongada a produtos químicos, em especial a produtos agrícolas;
  • Pacientes infectados com o vírus HTLV e o vírus HIV correm risco maior de desenvolver linfoma e, portanto, devem estar mais atentos aos sintomas;
  • Faça um autoexame frequentemente. Quanto mais você conhecer o próprio corpo, mais depressa identificará possíveis alterações físicas;
  • A incidência de linfoma aumenta com a idade; por isso os idosos, principalmente os de ascendência europeia, devem redobrar a atenção;
  • Procure um médico se notar a presença de uma íngua (gânglio aumentado) no pescoço, axila, virilha, especialmente se ela não for dolorosa, tiver crescimento rápido e você não apresentar nenhum outro sinal de infecção (como febre e mal estar);
  • Quimioterapia para linfoma pode afetar a produção de óvulos e espermatozoides. Se você deseja ter filhos, leve esse dado em conta e considere métodos de preservação de sêmen e de óvulos

 

Perguntas frequentes sobre Linfoma


Linfoma é câncer?

Sim. Linfoma é um termo usado para designar vários tipos de câncer que se originam nos linfócitos, células indispensáveis ao sistema imunológico.

 

Fonte: Ministério da Saúde

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